quarta-feira, 26 de maio de 2021

AO ENCONTRO DA POESIA

No próximo programa AO ENCONTRO DA POESIA, Pedro Nobre, vai estar à conversa com as poetisas ALICE CUNHA e SÍLVIA ROSA e conhecer um pouco melhor o seu percurso poético. Na segunda hora iremos ter a participação de FÁTIMA HORTA e os seus "Grãos de Areia"... Encontro marcado para as 21h!


 POETISA ALICE CUNHA 

Alice Silva Videira Semedo Cunha, nasceu em 1958, viúva desde Janeiro de 2018 e tem dois filhos, o Hugo e a Eliana.

Nasceu no Alentejo, numa aldeia do concelho de Castelo de Vide, de nome Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas. Os seus pais imigraram para Lisboa em busca duma vida melhor. Fixaram residência na Apelação, freguesia do concelho de Loures, onde tem vivido desde os quatro anos de idade. 

Começou a escrever poesia e a pintar nos seus tempos de Liceu, por puro entretenimento. Recomeçou a escrever em 2018 após o falecimento do seu marido. Escrever passou a ser uma terapia e o bichinho da escrita que esteve adormecido até então regressou. "E aqui estou eu agora! Quem diria?" 

É uma pessoa extrovertida, alegre, divertida e amiga do seu amigo. É muito humana e sensível. Adora animais - tem três cães e um gatinho: o Djonny, o Lucky, o Vil e o Ty. Adora tratar das suas plantinhas; Adora contemplar o mar - dá-lhe a calma e serenidade que tanto precisa. 

Voltar a escrever tem sido para si uma forma de tentar redescobrir a felicidade que a vida lhe roubou! Está no caminho certo e sente-se em paz. Um dia de cada vez! 

Participou em várias Coletâneas Poéticas da Lusofonia, bem como em diversas iniciativas temáticas. Editou o seu primeiro livro “A cor da Solidão”, em Novembro de 2020.

 POETISA SÍLVIA ROSA 

Sílvia Rosa nasceu em Angola e grande parte a sua infância, até aos 7 anos de idade, foi vivida em plena guerra colonial… Para fugir daquele estado de terror, refugou-se na imaginação. Lá vivia em estado de constante ilusão… 

Já em Portugal, seguiu os seus estudos na área de Psicologia. Mais tarde e por vários infortúnios, teve de abandonar o curso… O seu refúgio era a escrita, onde podia criar um mundo só seu! Infelizmente nunca teve o tempo necessário para se dedicar ao seu mundo… Simplesmente divagava e adormecia, escrevendo belas Poesias nos seus pensamentos e sonhos! Há relativamente pouco tempo atrás, depois de ter sofrido várias perdas consecutivas e dolorosas de entes queridos que eram o seu suporte; a sua estrutura abalou e ruiu completamente. Foi então que necessitou de dar voz á sua alma entorpecida pela dor e sofrimento pessoal, que transforma agora em Poesia… 

No final de 2019 começou a escrever para várias Antologias e Coletâneas, mais recentemente para Eventos Literários. Pretende dedicar-se ainda mais à paixão da escrita, começando por investir em si e futuramente ao lançamento dos seus livros a solo. Se a Sílvia Rosa se pudesse descrever, diria que é sensível por natureza, de lágrima fácil e possui um grande espírito humanitário. Felizmente tem vindo já a dedicar-se a algumas causas sociais e não pretende parar por aqui…



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