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No próximo próximo AO ENCONTRO DA POESIA, Pedro Nobre vai receber em estúdio a poetisa SÓNIA CORREIA que vai fazer o pré-lançamento do seu livro "ALMA-TE".  A partir das 22h vamos receber os "GRÃOS DE AREIA" da poetisa FÁTIMA HORTA.

 BIOGRAFIA 

SÓNIA Teresa Fialho Balaeiro CORREIA nasceu a 12 de Outubro de 1971, no Cartaxo. Reside em Londres desde 1996, divorciada, mãe orgulhosa de um filho, Jaime Correia, de 20 anos. Trabalha na área da contabilidade e gestão financeira há 23 anos.
Autodidata, com formação académica como intérprete oficial na área da lei, complementa a sua área profissional presentemente com uma segunda licenciatura como técnica oficial de contas com objectivo de se formar como contabilista na vertente de investimento de capitais.
Junta letras em prosa poética desde que se conhece, mais a preceito nos últimos cinco anos, numa página intitulada Coisas Da Alma.

Participou no campeonato nacional de poesia organizado por Pedro Chagas Freitas em 2014, tendo ficado 24º lugar de entre 169 participantes, 10 temas publicados mais tarde no seu primeiro
livro "Coisas Da Alma" para registo da participação e oferta a familiares. 
Oficialmente os seus primeiros textos foram publicados na coletânea "Noites de Poesia" gestão de projecto de Alfredo Batista. Recebeu vários certificados literários; "Passatempo Notebook verão", "Areal, maresia, concha" e o mais recente dos quais pela participação no "Poemário 2019", da editora Papel D’Arroz. 

No próximo dia 12 de Outubro a escritora SÓNIA CORREIA vai apresentar o seu mais recente livro "ALMA-TE".


 "TRAGO-ME LIVRE, SOLTA, LEVE, LOUCA ATÉ!" 

Se os oceanos que contenho se desprendessem de mim inundava-se o mundo. Desta arrojada vontade pela vida, amo inequivocamente mesmo nesta unicidade.

Subo ao cimo de qualquer montanha, abro os braços em jeito de asas de seda, nua por baixo da transparência, sem pudores. Tudo o que me apetece é voar, vazar tanto deste querer que me ocupa. Não sou de ninguém, de nada, de lugar algum, mas sou do tanto sem limites que o pensamento me desenha.

Que todas as coisas que trazemos dentro de um corpo que perece tão mais que a alma, as letras todas juntas que não definem coisa alguma. Que os segundos amontoados de sentimento, sensação, emoção me façam ir, e vou, vou para o vento que sopra arrojado me levar sem destino que importe.

Sede, tudo o que me vive é sede. Sede desse estado de entrega,no cume do universo que seja, pendurada de estrela em estrela até a lua me tocar e anseio que o brilho que brutalmente me invade constante exploda aos meus olhos, espalhe todos os estilhaços de loucura e serei mais feliz ainda.

Quando amar amarei com tudo de mim, mesmo que por breves momentos. Quando me entregar, entrego-me toda, mesmo que essa anestesia arrojada não seja entendida. Quando quiser, que se saiba que quero com essência e sabor apurado. Afinal são todas as peças do puzzle que definem a obra e de nada vale a subida às nuvens sem a arrojada vontade da insanidade.

Sejam loucos, loucura é a nova tendência... A única que escreve história.

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