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Bancos Alimentares apelam à solidariedade de todos em mais uma campanha de recolha de alimentos.
  • Campanha reúne 40.000 voluntários, 2.400 instituições parceiras e 21 Bancos Alimentares
  • Mais de 400.000 portugueses apoiados pelos Bancos Alimentares

Os Bancos Alimentares contra a Fome realizam já no próximo fim de semana, dias 25 e 26 de maio, mais uma Campanha de Recolha de Alimentos com o objetivo de levar comida a quem mais precisa e, desta forma, contribuir para inverter o cenário de carência alimentar que continua a afetar muitas famílias.

A campanha, que este ano volta a apelar à solidariedade, ao voluntariado e à união social, reforçando a importância do contributo e envolvimento de cada um, reúne mais de 40.000 voluntários, que oferecem o seu tempo e esforço, assim como muitas empresas e entidades, que se associam com sentido de responsabilidade social, disponibilizando equipamentos e serviços - transportes, publicidade, comunicação, seguros, segurança, alimentação, entre outros.

Só assim é possível que, durante o fim de semana sejam recolhidos alimentos em mais de 2.000 lojas e toda a sociedade seja interpelada por uma situação inaceitável e que afecta tantos portugueses. Neste âmbito, os portugueses são solicitados a contribuir, seja através da doação de bens alimentares ou de vales, disponíveis nos super e hipermercados e ainda online, ou nos postos de abastecimento a nível nacional.

De acordo com Isabel Jonet, Presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares contra a Fome, “existem infelizmente muitas famílias ainda afetadas por carências alimentares por vezes muito graves, o que exige a nossa atenção e uma resposta de toda a sociedade civil. Não podemos ficar indiferentes a uma realidade que está bem próxima de nós, embora por vezes não a possamos ver, e essa é a razão pela qual voltamos a apelar à solidariedade, ao envolvimento e ao contributo de cada cidadão. O mote desta campanha ‘É preciso mais para que falte ainda menos’, que faz ainda apelo à natureza intrínseca do conceito de ‘rede social’, pretende refletir exatamente esta mobilização coletiva da sociedade, que recupera o valor da cidadania e participa com alimentos ou voluntariado, contribuindo de forma efetiva para fazer a diferença na vida de muitas pessoas.”
“Ajuda Vale” e Portal de Doação Online.

A campanha volta ainda a disponibilizar Vales que estarão disponíveis entre os dias 25 de maio e 2 de junho, nas caixas dos supermercados e nos postos de abastecimento de combustível aderentes à Campanha. Cada vale tem um código de barras específico associado aos produtos que cada pessoa queira doar ao Banco Alimentar.

Adicionalmente, e dando ainda a oportunidade a todos aqueles que não têm a oportunidade de se deslocarem a um ponto de recolha, nomeadamente os que se encontram ou residem fora de Portugal, o Banco Alimentar disponibiliza ainda o portal de doação online www.alimentestaideia.pt.
28 anos a levar comida a quem mais precisa

O Banco Alimentar iniciou a sua atividade em 1991, em Lisboa, tendo o modelo sido replicado por grupos de voluntários em 21 zonas de Portugal (Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira, Oeste, Portalegre, Porto, S. Miguel, Santarém, Setúbal, Terceira, Viana do Castelo, Viseu). A Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares anima a rede e representa os 21 Bancos Alimentares a nível nacional e internacional.

Assente em parcerias e no voluntariado, foi possível concretizar efectivamente uma rede que, com base no mesmo modelo, abrange hoje quase todo o território nacional, lutando diariamente contra o desperdício de bens alimentares para os levar à mesa dos mais necessitados, com o envolvimento de um número crescente de voluntários. O apoio alimentar é distribuído a pessoas com carências comprovadas em parceria com instituições de solidariedade, sob a forma de cabazes de produtos ou de refeições confecionadas servidas em creches, lares, centros de dia, apoio domiciliário, etc..

Esta rede abrange 2.400 instituições socais, que apoiam mais de 400 mil pessoas com necessidades comprovadas, sendo a ajuda alimentar uma parte importante na recuperação e inclusão social e na promoção de autonomias.

O contexto dos Bancos de Alimentos alterou-se desde a sua fundação e a sua missão é hoje reconhecida como básica na Economia Circular, na sustentabilidade e na responsabilidade social das empresas.

Ainda muito recentemente o Papa Francisco expressou sua gratidão aos Bancos Alimentares pelo seu trabalho de “dar de comer a quem tem fome” porque “não se trata de assistencialismo, mas um gesto concreto e silencioso de solidariedade e caridade com os mais necessitados., acrescentando que “é preciso empreender caminhos saudáveis e solidários”, mediante modelos de vida baseados na equidade social, na dignidade das pessoas, das famílias, do futuro dos jovens, do respeito pelo meio ambiente”, concluiu.

Para mais informações sobre a campanha, contacte: Banco Alimentar Contra a Fome
919 000 263 - www.bancoalimentar.pt

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