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No final de 2018, a Câmara Municipal de Sesimbra apresentou onze candidaturas ao Portugal 2020, ao abrigo do Programa Operacional Regional de Lisboa. As operações enquadram-se no Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa (PDCT – AML) e no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), e contemplam áreas como a reabilitação de edifícios e espaços de usufruto público, a melhoria da eficiência energética em vários equipamentos e a construção de percursos pedonais.

As 11 propostas têm um orçamento previsto de 5,8 milhões de euros, dos quais, apenas 1,9 milhões de euros serão co-financiados pelo programa, ficando os restantes 3,9 milhões sob a alçada do orçamento municipal.

Aqui ficam os traços gerais de alguns projectos apresentados:
BLOCO DA MATA E VILA AMÁLIA
A que envolve o maior investimento, superior a 1,8 milhões de euros. Traduz-se na reabilitação do bloco habitacional do Largo 2 de Abril (também conhecido como Bloco da Mata), que irá dar lugar a 20 fogos e 4 lojas. Esta intervenção complementa um projecto mais amplo de valorização paisagística e ambiental da zona norte da vila, que compreende, para além desta reabilitação, a constituição do futuro Parque Urbano da Vila Amália.

RECUPERAÇÃO DE PATRIMÓNIO
Recuperação da Capela de São Sebastião, um dos edifícios mais antigos da vila, com um alto valor histórico e cultural para o concelho.

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Substituição de sistemas de iluminação e instalação de soluções de climatização e de aquecimento de águas para melhorar a eficiência energética nos pavilhões municipais de Sampaio e da Quinta do Conde, na Piscina de Sesimbra, no Mercado Municipal da Quinta do Conde, no edifício dos serviços operacionais na Fonte de Sesimbra, e nos Paços do Concelho.

MOBILIDADE URBANA E SUSTENTÁVEL
Melhorar as condições de circulação pedonal na Quinta do Conde e na Azoia. Na Quinta do Conde, a operação considera a mobilidade entre blocos residenciais, espaços de comércio, equipamentos públicos e paragens de transportes públicos coletivos e abrange um troço no limite urbano norte, paralelo à EN 10, de conexão com outros municípios, para acesso à plataforma intermodal da estação ferroviária de Coina. Na Azoia, a obra, envolve a construção de passeios numa faixa de 2,5 quilómetros da EM569, entre a Azoia e a Aldeia Nova da Azoia.

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