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Nesta QUINTA-FEIRA o programa AO ENCONTRO À POESIA vai estar à conversa com o poeta ÂNGELO RODRIGUES, vamos ter a rubrica com PAULO AFONSO RAMOS e também a nossa colaboradora FÁTIMA HORTA, tudo isto e muito mais a partir das 21h00 em www.radioqc.com.

 BIOGRAFIA 

Quem é ele? 
A errância pura... a diáspora da contradição...

Nasceu em Torres Novas em 1964. Gosta de deusas atrevidas, da Noite, do Mar, da espécie-Mulher, de boa música, de artes-plásticas e de alguma literatura. É, como alguém já escreveu, um ser intelectualmente irrequieto e insatisfeito que procura despertar as consciências adormecidas pela rotina das ideias feitas, das convenções, dos sistemas. O seu horizonte imediato é a Alma humana. Coloca de novo a velha e primordial questão universal: O que fazemos aqui? - Para onde vamos? - O que nos espera? É Licenciado, profissionalizado e pós-graduado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa e professor de Filosofia e de Psicologia do Ensino Secundário Regular, Profissinal e Recorrente. É, contudo, um ser anti-académico. Passou também pelo Conservatório de Música e pelo ensino de Educação Musical. 

Tem a carteira de Equiparado a Jornalista e exerceu irregularmente a atividade na Imprensa Regional e na Rádio. (Aplica os seus conhecimentos de jornalismo e afins no projeto CriaPromove - Comunicação, promoção e divulgação de obras e de autores - fundado em janeiro de 2016 com Célia Cadete. Fez parte - em equipa com o escritor Urbano Tavares Rodrigues - da direção (vice-presidente) do "Prémio Litterarius" instituído pelo Racal Clube de Silves - Algarve. Foi o Cônsul para Lisboa do "Movimento Internacional Poetas del Mundo" (com sede no Chile). Foi vice-presidente da Casa do Sardoal em Lisboa. Foi colaborador do Artjornal (jornal online). Foi fundador e vice-presidente da AJEP - Associação de Jovens Escritores de Portugal (de que muito se arrepende).

Foi diretor literário das Edições Orpheu, da Editorial Minerva e da Sinapis Editora (Grupo Alêtheia). É atualmente diretor literário e coordenador de projetos culturais das EDIÇÕES COLIBRI. Tem a seu cargo a edição de vários livros e CD’s (poesia, romance, ensaio, teatro, aforismo, etc.) e coordena, prefacia e apresenta várias antologias e coletâneas de vários géneros literários. Prefaciou e comentou vários autores de língua portuguesa. Fundou e apresenta, de quando em vez, em vários locais de Portugal, a Tertúlia Orpheu, a Tertúlia CriaPromove e outras.

Tem oito livros publicados e uma coleção de postais, respetivamente: Eu, o Ser e a Dúvida (1989); Compra-me Um Deus (1992); Da Ressurreição do Espanto (1998); Um bailado no centro da Alma (2002); O Passeio de Deus (2007); Alquimias - antologia pessoal 1989-2010; Palmadas & Rebuçados (2013), Eternidade & Absurdo (2015) Fragmentos do Tempo Parado (4 postais com poemas seus e fotografias de António Vieira da Silva (1995). É um dos autores das coletâneas Bosque Flutuante - nova poesia portuguesa (1996), 12 autores e da coletânea Incomensurável (2000), 13 autores. Fundou os Jograis Orpheu (extintos desde Junho de 2003) e produziu o CD de poesia Assim Se Diz gravado ao vivo no Padrão dos Descobrimentos, Lisboa, em Junho de 1999.

Participou e participa em várias apresentações de livros, saraus, colóquios, congressos, performances e eventos culturais e afins como apresentador, animador-cultural, autor-declamador, divulgador de poesia e de música tradicional e própria (projecto TEMPO e duo CANTA & DIZ), conferencista e ator/figurante (convidado de quando em vez pela agência Uniquestyle entre outras). No âmbito das artes-plásticas, (pintura, colagem, aguarela, fotografia, guache e desenho) utiliza o heterónimo Miguel d’Hera.

Como radialista, realizou e apresentou (Realização, Produção e locução) entre outros, os seguintes programas de temática variada: Poetas da Noite; As Palavras do Poema e O Espelho das Palavras. Na Rádio Renascença (1988) realizou e apresentou o programa Tempo de Poesia. Na Rádio Voz de Almada (1991), realizou e apresentou o programa Espírito da Manhã (música, reflexões, reportagem e entrevistas).

E num dia efémero de hábitos estúpidos e terrivelmente convergentes (como no caso do trabalho), escreveu Miguel d’Hera no seu diário-não-autorizado: Ângelo Rodrigues é um resistente, eclético, ecuménico, "um criador de absoluta insatisfação"; é também um humanista do desejo e da ousadia, um provocador de impossíveis, um moscardo farpizante de conservadorismos e de estabilidadezinhas; um arauto da diferença; um místico do devir...

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