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A Junta de Freguesia da Quinta do Conde e a Câmara Municipal de Sesimbra vão, dia 30 de maio, homenagear o associativismo quintacondense através de uma escultura concebida pelo artista Carlos Bajouca, a implantar numa rotunda que intercepta duas importantes artérias da Quinta do Conde: Rua Serra da Arrábida e Rua das Olaias.

Genericamente, associativismo é a expressão que designa a prática social da criação e gestão das associações, bem como, a defesa dessa prática, enquanto processo não lucrativo de livre organização de pessoas para atingir fins comuns.

Instrumentos internacionais como a Declaração Universal dos Direitos Humanos ou Convenção Europeia dos Direitos Humanos, prescrevem que "toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas". O mesmo acontece com a Constituição da República Portuguesa que prevê para os cidadãos "o direito de, livremente e sem dependência de qualquer autorização, constituir associações, desde que estas não se destinem a promover a violência e os respectivos fins não sejam contrários à lei penal."

Por oportuna sugestão do Grupo Desportivo e Cultural do Conde 2, a Junta de Freguesia da Quinta do Conde inscreveu nos seus objetivos para 2015 a intenção de "Edificar em local adequado do espaço público uma escultura de homenagem ao movimento associativo local". 

A homenagem justifica-se pela importância do trabalho realizado pelas múltiplas associações da Quinta do Conde na construção da identidade local, na integração social dos novos residentes, que em número elevadíssimo escolheram esta terra nas últimas décadas, bem como na promoção da cultura, do desporto, do recreio, da educação, da saúde, da solidariedade social, entre outras.

Para corporizar a homenagem as autarquias convidaram o escultor Carlos Bajouca a apresentar uma proposta, tendo este sugerido uma árvore, cujo tronco é executado em pedra mármore e os ramos em metal pintado a várias cores. Na base um conjunto de figuras, também em metal, sugere fraternidade, união, conjugação de vontades.

Encontrar um elemento com uma figuração simbólica tão rica como aquela que a árvore possui pode não ser impossível mas é, certamente, difícil.

Um símbolo da vida, quando elemento em ascensão vertical em direção aos céus, portador da representação da evolução cósmica, ou como símbolo da fertilidade, com as caraterísticas cíclicas do nascimento, crescimento, definhamento e morte, bem como a subsequente regeneração.

Noutra perspetiva podemos ver a árvore em diferentes dimensões com as raízes na profundeza da terra, à superfície da qual está o tronco, do qual emergem os ramos e as folhas atraídos pela luz. Estas são certamente algumas das razões que motivam a presença da árvore em diferentes mitologias e em distintos conceitos, designadamente "árvore da vida", "árvore do conhecimento", "árvore do bem", "árvore do mal" - aquela que afastou Adão e Eva do paraíso - ou "árvore genealógica".

A escolha de diferentes cores para os ramos da árvore acrescenta vida e representa as distintas áreas de intervenção do movimento associativo. 

O local, é também ele, emblemático. Com efeito, a Escola Básica n.º2 foi, na génese, ainda nos anos setenta, construída com recurso a trabalho voluntário dos encarregados de educação, coordenados pela respetiva associação de pais.

A cerimónia de inauguração da escultura, realiza-se dia 30 de maio, às 10h30 horas da manhã, conta com a participação do autor, autarcas, dirigentes associativos e população em geral e começa com a benção da escultura, ato protagonizado pelo reverendo padre Daniel Nascimento.

A Junta de Freguesia da Quinta do Conde

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