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No Sábado, 18 de Abril, às 21h30, a Sala Experimental do TMJB recebe África fantasma, um espectáculo de João Samões construído a partir de textos de Frantz Fanon, Aimé Césaire, Julião Quintinha, Louis-Ferdinand Céline e Langston Hughes. Trata-se de uma co-produção com o programa Próximo Futuro, da Fundação Calouste Gulbenkian, que conta com a interpretação de Cláudio da Silva.

No início do século XX, Pablo Picasso viu máscaras africanas numa exposição etnográfica no Museu do Trocadéro, em Paris. A impressão que lhe causaram foi tão intensa que, entre 1907 e 1909, procurou trabalhar novas possibilidades de representação do corpo na arte ocidental – o Período Africano. África tornava-se “um lugar de representações imaginárias, um imenso território onde se projectam todas as fantasias e fantasmas”, refere João Samões. Para o encenador, África fantasma é uma “peça-exorcismo dos traumas e fantasmas do colonialismo, onde se coloca em cena a denúncia do racismo e da violência do nosso (incompleto) humanismo ocidental”.

João Samões (n. 1970) é encenador, dramaturgo, performer e pintor. Estudou Antropologia, Pintura e Artes Performativas. Trabalhou em projectos nacionais e internacionais de teatro, performance, improvisação e dança contemporânea. Criou a peças: 18 Minutos, Zonas de ruidosa influência, O labirinto a morte e o público, Blackout e O papagaio de Céline.

TMJB | SALA EXPERIMENTAL | M/12
18 ABR | SÁB às 21h30
PREÇO: 5€ a 10€
RESERVAS: +351 212 739 360

Fotografia: João Dias
SERVIÇO DE ATL DISPONÍVEL

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