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Na próxima Terça-feira, dia 28 de Janeiro de 2014, iremos receber mais um poeta e desta vez vem da Quinta do Conde... Ele diz que raramente lê poesia, mas quando a lê gosta que esta o ponha a pensar... A não perder mais uma noite de AO ENCONTRO DA POESIA a partir das 21h00...
 
ANDRÉ SANCHES natural de Santiago, viveu os seus primeiros meses de existência na bela vila de Sesimbra, que entre o mar e o campo sossega, a qual pela sua morfologia, história e valor científico se apaixonou.
 
Hoje, vive na Quinta do Conde. Durante 18 anos, viu esta vila crescer e com ela se tornou adulto, brincou, estudou e chegou a altura em que teve de sair, para voltar ao fim do dia, com formação e conhecimento que deseja poder ser útil para melhorar esta que é a sua casa, a vila que o fez crescer.
 
Estudou na Escola Nº1 da Quinta do Conde, onde pessoas inesquecíveis tiveram um papel fundamental para o seu desenvolvimento pessoal. No 5º Ano entrou na escola Michael Giacometti, onde completou o ensino secundário. Foi nesta escola que se desenvolveu a sua vontade de escrever, que resultou na publicação de dois poema e um texto em revistas escolares.
  • Revista Reencontros (Fevereiro 2010), com “O Poeta”;
  • Revista Reencontros, edição 25º Aniversário do Agrupamento de escolas Michel Giacometti (Novenbro de 2011), com “Memórias de um ex-aluno” em prosa e “Escola Básica 2,3/s Michel Giacometti” em poesia.
Estes dois últimos foram publicados depois do acesso ao ensino superior, em comemoração do aniversário da escola.
 
Em 2013 formou-se em Engenharia Geológica, e actualmente frequenta o Mestrado em Georrecursos.
 
Em paralelo colaborou com o AndroidEmotions e outros projectos a nível pessoal e académico.
 
É um apaixonado pela inovação e ciência, mas perde-se nas artes e no conhecimento do desconhecido. Fascina-lhe temas como o sobrenatural, o mundo mágico e a fantasia, no fundo tudo o que não possa entender o atrai.
 
Não sonha ser alguém grande, apenas poder mudar o mundo, com pequenos gestos ou com grandes massas, apenas fazer a diferença.
 
Não tem influências literárias, lê muito, mas pouca poesia, quando lê gosta que o deixe a pensar e que seja rica em metáforas e que lhe suscite momentos de reflecção. Cada vez que escreve descobre um lado diferente de si próprio.
 

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