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O QUE É?
Os Bancos Alimentares são Instituições Particulares de Solidariedade Social que lutam contra o desperdício de produtos alimentares, encaminhando-os para distribuição gratuita às pessoas carenciadas, recolhendo e distribuindo várias dezenas de milhares de toneladas de produtos e apoiando ao longo de todo o ano, a acção de mais de 1.800 instituições em Portugal.

A Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome coordena esta acção, anima a rede disponibilizando informação e meios materiais, representa os Bancos Alimentares Contra a Fome junto dos poderes públicos, das empresas de âmbito nacional e de organizações internacionais e efectua, a nível nacional, a repartição de algumas dádivas, criando uma vasta cadeia de solidariedade.

FUNCIONAMENTO

Embora nalguns casos, apoiados por profissionais contratados, todos os serviços executados no Banco, são coordenados por voluntários.

De acordo com os seus Valores, a Dádiva e a Partilha, os Bancos Alimentares recusam o primado do dinheiro: a sua abordagem inscreve-se numa lógica de promoção de uma solidariedade activa e responsável. Esforçam-se por dar testemunho de pobreza e despojamento, pela aceitação da dependência. Alguns donativos são necessários mas deve ser promovida e suscitada uma solidariedade activa e responsável na sociedade. Os Bancos Alimentares pretendem colocar-se ao serviço dos pobres que, estes sim, vivem numa situação de dependência. Optam, em coerência com o seu objectivo, por viver numa real dependência dos dadores públicos e privados.

A sua acção passa por solicitar sem cessar, o apoio de múltiplos parceiros, para garantir os menores custos de funcionamento. As decisões relativas à sua gestão são, no entanto, tomadas com toda a independência em relação aos dadores.

ABASTECIMENTO

O Banco Alimentar recebe toda a qualidade de géneros alimentares, ofertas de empresas e particulares, em muitos casos excedentes de produção da indústria agro-alimentar, produtos com embalagens deterioradas, géneros com prazos de validade em vias de expiração, excedentes agrícolas e da grande distribuição, e ainda produtos de intervenção da União Europeia.

São recolhidos localmente e a nível nacional no estrito respeito pelas normas de higiene e de segurança alimentar.

A estas dádivas, acrescentam-se os produtos oferecidos por particulares nas campanhas de recolha efectuadas nas superfícies comerciais, como aquela que decorreu todo este fim-de-semana que agora termina.

Os Bancos Alimentares possuem uma organização logística profissional para:

No teu programa de hoje "Sabrinas e Stilettos" o tema abordado foi o Banco Alimentar, tendo em conta que este foi mais um fim-de-semana solidário com a campanha de recolha de alimentos realizada de Norte a Sul do País em super e hipermercados. Em estúdio marcou presença Pedro Carvalho, um voluntário, que deixou o seu testemunho sobre como é ajudar neste tipo de causas tanto nos super e hipermercados como nos armazéns.

Durante o programa, aproveitou-se também para deixar muita informação útil e importante que achamos por bem também partilhar contigo neste que é o site oficial da tua rádio preferida.

  • A recolha e o encaminhamento de produtos alimentares;
  • A sua triagem e armazenagem;
  • O controlo de qualidade; 
  • O armazenamento em frio.
Aproveitar onde sobra para distribuir onde falta. É este o nosso objectivo: evitar o desperdício de alimentos fazendo-os chegar às pessoas que têm fome.

A busca de alimentos deve ser imaginativa numa lógica de luta contra o desperdício, incentivando as dádivas. Cada Banco dispõe de uma Comissão de Abastecimento própria, bem estruturada e orientada pelos princípios comuns. A Federação contacta as empresas de âmbito nacional e reparte as doações de acordo com uma grelha anualmente definida em função das pessoas apoiadas e da capacidade de distribuição de cada Banco associado.

São por vezes oferecidos produtos que não podem ser directamente consumidos e exigem transformação (ex: leite por embalar, fruta a granel, etc.). Essas operações de transformação, embora impliquem um custo de embalagem e acondicionamento, não alteram a regra da gratuidade dado que os produtos de base foram oferecidos. A despesa efectuada visa valorizar o produto doado.

Os Bancos Alimentares apenas distribuem aquilo que possuem. Não são supermercados mas partilham a totalidade das dádivas que recebem. O acordo celebrado com as instituições recorda este princípio. Cabe às instituições a obtenção daquilo que os Bancos não lhes fornecem.

DISTRIBUIÇÃO

Objectivo: Ajudar as instituições que lutam contra a fome
Forma: Os Bancos Alimentares recolhem e distribuem localmente várias milhares de toneladas de produtos e apoiam ao longo de todo o ano a acção de muitas instituições em Portugal. Por sua vez, estas distribuem refeições confeccionadas e cabazes de alimentos a pessoas comprovadamente carenciadas.

Os Bancos Alimentares não distribuem directamente às pessoas carenciadas mas passam obrigatoriamente pelo canal de instituições locais, grupos ou comunidades que conhecem e apoiam as pessoas em situação de pobreza.

Os Bancos Alimentares não se substituem a essa rede mesmo que esta lhes pareça pouco eficaz, mas podem ajudar a reforçar a malha da solidariedade de proximidade suscitando e apoiando a criação de associações a nível local destinadas a proporcionar o apoio e o acompanhamento necessários às pessoas que vivem isoladas e numa situação de precariedade.

Essas entidades são autónomas e não podem usar o nome Banco Alimentar. Todas as instituições assinam um acordo jurídico no âmbito do qual existem direitos e deveres a respeitar.

A acção das instituições não se deve limitar à simples distribuição dos produtos alimentares entregues pelo Banco Alimentar mas sim ser um ponto de apoio humano que toma em conta a situação das pessoas com o conjunto das seus problemas e das suas necessidades.

COMO AJUDAR

Este é o ponto onde todos nós podemos especialmente ajudar, mesmo que o nosso tempo seja muito pouco.

Assim, é possível contribuir para o Banco Alimentar e continuar a “Alimentar esta ideia”, através de dádivas nos dias de recolha dos alimentos nos super e hipermercados, tal como aconteceu neste fim-de-semana, ou em qualquer um dos armazéns do Banco Alimentar.

Para além disto, podem ainda ser dados donativos em dinheiro através do NIB 0033 0000 00245880936 05 ou por correio através de cheque ou vale oferta.

Mais recentemente, tens ainda a hipótese de ajudar entregando papel usado que tenhas em casa (jornais, revistas, folhetos promocionais, etc.), que por cada tonelada de papel entregue à empresa Quima, de recolha e recuperação de resíduos, esta oferta 100 euros em alimentos. Para além da componente da ajuda ao Banco Alimentar, esta iniciativa tem como objectivo instituir hábitos e gestos simples que podem ser importantes para a protecção do planeta.

Foram duas horas muito bem passadas onde se pode ainda contar com o testemunho de mais ouvintes que também são ou foram voluntários e onde se confirmou ainda que, apesar de os números do primeiro dia terem ficado aquém de campanhas anteriores, a verdade é que foram mais uma vez surpreendentes e muito se aguardava pelos resultados finais do segundo dia.

Para finalizar, recordamos mais uma vez que, apesar de a recolha de alimentos ter ocorrido apenas durante este fim-de-semana, pode continuar a ajudar todos os dias do ano!

RQC/VD SEMPRE A APOIAR BOAS CAUSAS!

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