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BIOGRAFIA

Helder G, nasceu em Nova Lisboa, no bairro de São João, Angola, às 7h da manhã do dia 1 de Agosto, sendo nativo do signo de leão e filho de António Martins Morgado e de Maria Imaculada Filipe Batista Morgado.

E assim vou começar a história da minha vida.

No ano de 1972 os meus pais e os meus irmãos saímos de Lisboa fomos viver para Caconda, onde já tínhamos uma mansão construída pelos meus pais e outros, mas a vida prega-nos partidas e pouco gozamos a nossa grande casa.

Por culpa de alguém veio a destruição, ou seja, a guerra, mas eu em 1974 assistia muitas vezes a vários tipos de espectáculos em companhia dos meus familiares; o meu pai era o que passava os filmes no cinema do Ferrovia em Nova Lisboa e chegou acompanhar uma grande senhora do nosso fado Amália Rodrigues, todas as vezes que ela que ela ia para Nova Lisboa fazer os seus espectáculos.

O meu avó paterno tocava violino e eu gostava de o ouvir, tinha eu os meus 5 anos e também adorava as batucadas dos xingais.

Aquilo para mim era uma novidade, o que logo me fez pedir um batuque onde comecei a fazer os primeiros barulhos aos 6 anos de idade.

Quando fiz os meus 7 anos no ano de 1975 tivemos que regressar a metrópole, deixando tudo para trás, da riqueza para a pobreza onde nos instalamos no hotel mundial no Martim Moniz onde fomos muito bem acolhidos, e ao fim de um ano, fomos viver para a Serra das Minas onde voltou com mais força o meu gosto pela musica.

Fiz parte de um grupo de dança de um dos grandes senhores da musica africana, o antigo Duo Ouro Negro.

Em 1989 por motivos pessoais deixei a musica e a dança, só praticando em casa e na profissão que tinha que era bate chapas.

Eu de todas as vezes que alizava um carro, punha-me a cantar e com um martelo fazia o acompanhamento e assim matava as saudades.

E, como e que voltei a musica de novo? Um dia estava a endireitar um carro na oficina onde trabalhava, e apareceu um cliente estava a olhar para mim, e perguntou-me se eu era musico e eu disse que sim, perguntou-me o que e que eu tocava, eu respondi, percussão, bateria e guitarra, e ai ele perguntou-me se estava interessado em ir tocar percussão para um cantor eu disse que sim.
Mas eu perguntei ao Maestro Maurício quem era o cantor, ele logo respondeu que era o Fernando Correia Marques, aquele que cantava o Burrito. Na altura não conhecia, mas mais tarde vi que até tinhas cantigas como o Carlitos e Hey Mano que eu gostava de ouvir.

E assim no ano de 1995 integrei-me na banda do Fernando Correia Marques como percussionista e mais tarde como bailarino e corista onde fui adquirindo mais experiencia para amar o público e realizar o meu sonho.

Mas sempre na esperança de um dia melhor!

Esse dia chegou ! Menino Rebelde é o meu primeirotabalho a solo, produzido pelo grande José Felix, que já trabalhou com os maiores nomes da música Portuguesa.

É uma honra e privilégio apresentar a todos vocês quem eu sou musicalmente...o verdadeiro Menino Rebelde da música Africana.



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